“MTV EMAs” duramente criticados por público europeu


MTV EMA / MTV Networks Europe / Viacom

Os “EMAs” da produtora norte-americana MTV depressa se tornaram nos segundos maiores prémios da música depois dos “VMAs”, da mesma cadeia. Os prémios vêm realçar aquilo que de melhor se faz na indústria da música destacando os artistas e o seu trabalho.

A MTV inventou os “VMAs”, sendo uma das maiores e mais prestigiadas galas de prémios da indústria da música fora e dentro dos Estados Unidos. Os “VMAs” realçam o trabalho dos artistas musicais como anteriormente já referimos, dando um maior destaque, como é normal, para os artistas norte-americanos ou em solo americano.

Após o sucesso dos “VMAs” a MTV decidiu criar os maiores prémios europeus da música, até à data, os “EMAs”. Nenhuma outra cerimónia de prémios da música é tão grande e tão prestigiada como estes na Europa e no mundo. No entanto, esta gala está sempre repleta de muitas críticas por parte do público europeu.

“Se são os prémios europeus da música, porque é que tem de ir buscar artistas americanos, asiáticos ou australianos? Não faz nenhum sentido darem o nome de ‘Prémios Europeus da Música [EMAs]’ se não estão a coroar e a prestigiar os europeus”, reclama o Vasco, um dos entrevistados.

Como tem acontecido, embora seja apenas uma vez ou outra, a apresentação dos prémios da música europeus têm sido dada a um artista fora do continente europeu, algo que indigna e muito o público do velho continente. Os “EMAs” nasceram em 1994 e já percorreram muitas cidades e países europeus tais como: Berlim (Alemanha), Paris (França), Londres (Reino Unido), Dublin (Irlanda), Estocolmo (Suécia), Roma (Itália), Lisboa (Portugal), Copenhaga (Dinamarca), Madrid (Espanha), e muitas outras cidades e países.

Apesar da entrega dos prémios serem sempre em solo europeu, os fãs da MTV e da música sentem-se muito “insignificantes” no meio desta história. Os artistas que atuam nas galas dos “EMAs” nem sempre são os favoritos do público europeu, uma vez que a MTV não dá destaque aos artistas do velho continente. Uma gala feita para o público norte-americano que deixa muito descontente o público europeu.

“Eu nem gosto de rappers e tenho que assistir a isso? Na RFM, que é a minha estação de rádio favorita não passa nenhuma dessas músicas. E eles passam músicas desse género para nós? Muito desapontante”, diz a Sara.

“Eles criaram um formato semelhante aos VMAs, só que na Europa. E querem fazer o mesmo que fazem lá. Não pode ser! Não estamos na América, estamos na Europa!”, diz o Fábio um pouco chateado.

“Isto é uma vergonha. Uma vergonha. Criaram prémios europeus, que me representam enquanto habitante deste continente, para darem aos americanos? Estão a brincar comigo?”, interroga-se a Matilde.

“Eles nem deviam de emitir os ‘VMAs’, quanto mais os ‘EMAs’! Eu quero ouvir o meu país na televisão e não os Estados Unidos”, diz o António.

As reclamações dos fãs são mais que muitas. Além das queixas do público português, se formos ter em atenção os espanhóis, franceses, britânicos, alemães, italianos, etc., não teríamos espaço para mostrar toda a indignação que estes mais de milhões de pessoas sentem com os “EMAs”. Mas a sorte, ou talvez não, é que dos mais de 200 milhões de habitantes que a Europa tem só 2 milhões (média) acompanham a gala.

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